Sobre Waldir Júnior

História


Advogado por formação e defensor dos direitos dos professores de coração.

Entre 2008 e 2017, Junior foi chefe de gabinete da Prefeitura Regional de Cidade Tiradentes, bairro localizado no extremo leste da cidade de São Paulo. Nesse período, implantou projetos como o Patrulha do Silêncio, em parceria com a Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal.

Em 2014, Junior concorreu ao cargo de deputado estadual e obteve cerca de 18 mil votos. Apesar de não ter sido eleito, a experiência serviu para encorajá-lo a participar ainda mais do cenário político e preparar as bases para novas tentativas. “Do total de votos que tive, 7 mil votos foram de eleitores de Cidade Tiradentes. Esse foi um reconhecimento pelo trabalho que fizemos”, comenta Junior.

O que dizem

ONG destaca Waldir Junior entre novas lideranças nacionais

Conhecido pela coordenação de projetos sociais, o paulistano Waldir Junior foi escolhido como um dos líderes nacionais da Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (RAPS). Sediada em São Paulo, a organização, suprapartidária e sem fins lucrativos, visa contribuir para o fortalecimento da democracia e das instituições, com o apoio à formação de lideranças.

Composto por entrevistas e análises de currículo, o processo seletivo durou dois meses e contou com cerca de 1.100 inscritos de todo o País, dos quais foram selecionados 102 líderes. Em 24 de fevereiro, os escolhidos participaram de cursos voltados ao aprimoramento de conhecimentos sobre política e gestão pública. “Venho me preparando para ocupar essa função. A liderança na Raps representa um ganho de conteúdo muito grande para a minha formação e tudo o que já construí como servidor público”, destaca Junior, que exerce o cargo de assessor parlamentar na Secretaria Municipal de Educação.

Entre 2008 e 2017, Junior foi chefe de gabinete da Prefeitura Regional de Cidade Tiradentes, bairro localizado no extremo leste da cidade de São Paulo. Nesse período, implantou projetos como o Patrulha do Silêncio, em parceria com a Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal.

O programa orientava os comerciantes sobre a importância do cumprimento da lei nº 12.879/99, que determinava o funcionamento dos bares sem isolamento acústico até a 1h. Os moradores também eram incentivados a denunciar os estabelecimentos que incomodavam com o barulho após esse horário.

Em função do descumprimento da lei, 371 estabelecimentos foram autuados. “Isso melhorou a qualidade de vida das pessoas, que conseguiam dormir e entrar em suas casas”, recorda Junior. O limite no horário para o funcionamento dos bares também influiu na redução em 70% dos casos de violência doméstica, que tem como um de seus facilitadores o consumo abusivo de álcool.

Em 2014, Junior concorreu ao cargo de deputado estadual e obteve cerca de 18 mil votos. Apesar de não ter sido eleito, a experiência serviu para encorajá-lo a participar ainda mais do cenário político e preparar as bases para novas tentativas. “Do total de votos que tive, 7 mil votos foram de eleitores de Cidade Tiradentes. Esse foi um reconhecimento pelo trabalho que fizemos”, comenta Junior. .

Realizações

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Estamos Perto Das Pessoas

O Terceiro Setor pode fortalecer a qualidade da Educação.

A importância do trabalho do terceiro setor em parceria com os setores público e privado é fundamental para o desenvolvimento de uma Educação pública de qualidade para todos. Isso porque o terceiro setor, formado por entidades e organizações da sociedade civil, permite mais experimentações e inovações em projetos e políticas públicas.

Tal argumento foi debatido pelos especialistas convidados para a segunda sessão do Congresso Educação: Agenda de Todos, Prioridade Nacional, que começou ontem em Brasília, na sede do Conselho Nacional de Educação (CNE).

“O terceiro setor não é tão avesso a risco quanto o governo. Ele pode experimentar mais”, defendeu Tatiana Filgueiras, gerente de avaliação e inovação do Instituto Ayrton Senna. “Ele pode ajudar no fluxo de informação e conhecimento. Ao mesmo tempo, o poder público é quem deve ser o responsável pela articulação entre todos os setores. É ele quem deve ocupar esse lugar”.

O investimento privado na Educação pública também foi discutido entre os debatedores. Beatriz Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Governança do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife), afirma que é preciso quebrar algumas resistências e paradigmas. “Temos de envolver pais e professores nessa conversa. Devemos entender que as instituições e entidades podem ter alguns interesses próprios, mas também querem ver seu país melhor. É necessário confiar mais nas alianças”, disse.

O foco no Ensino Superior como alvo dos investimentos das empresas também foi abordado. Segundo Maria Rebeca Otero Gomes, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a contribuição deve ter foco na Educação Básica. “A maior parte dos recursos investidos pelo setor privado é na Educação Superior, em bolsas de estudo, e não nos níveis básicos de ensino”, relata. “É importante lembrar que esses recursos e as parcerias trazem mais velocidade, investimento, inovação, articulação entre secretarias e até entre países com experiências positivas, que podem contribuir para solucionar problemas que influenciam diretamente a Educação, como a violência em geral, a violência doméstica e as drogas.”

Para Roberto Franklin Leão, presidente Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), os problemas na Educação brasileira só terão solução se forem atacados em conjunto. “Considero que o grande papel do empresariado é o de articular politicamente a luta junto à sociedade para garantir o direito à Educação”, afirmou.

O secretário de Educação de Goiás, Thiago Peixoto, lembrou que parcerias do setor privado e da sociedade civil com o governo nem sempre têm como objetivo oferecer financiamento. “Há muita troca de experiências e know-how”, disse ele.

Mais investimentos

O desafio de fazer com que a Educação seja apropriada por todos passa também, segundo os debatedores, por mais investimentos. ”Pais, sociedade, ONGs, empresas, todos somos responsáveis pela Educação e por investir na qualidade da Educação. Existem escolas públicas de excelente qualidade no Brasil. Para isso aumentar, precisamos investir pesado. Para chegar aos 10% do PIB temos que duplicar os investimentos porque, mesmo com os royalties aprovados, ainda estaremos distantes do percentual”, explicou Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, secretário municipal de Educação de Florianópolis. “Não podemos continuar no ritmo de agora, é preciso acelerar.”

Fonte: MEC